09 abril 2011

A encomenda

Todos os nossos pensamentos e atitudes são como uma encomenda anônima que a gente faz pro destino. Inconscientemente, queremos que nossas ações desencadeiem uma série de acontecimentos cujo roteiro já foi definido na nossa cabeça. Antes dos 10 anos a gente aprende: não é assim.


A gente costuma achar que o mundo inteiro pensa da mesma forma que a gente. A gente costuma achar que somos amados pelos mesmos motivos pelos quais amamos. Mas se as rosas que eu jogo ao vento te ferem como flechas, de quem é a culpa? Minha que não é.

Por essas e outras é que as pessoas vivem doentes, na incessante busca pelos 100% de satisfação. A gente apelida essa utopia de ‘amor perfeito’, de ‘amor de verdade’ e de inúmeras coisas, como se o amor – puro e simples – não fosse o bastante. E o amor – simples, sem adereços – já é tão complexo, tão raro, que muitos que conheço já se aproximam dos 30 sem saber o que é.

A gente ama e, inconscientemente, encomenda um amor igual. O que nos bate a porta não é menor, não é pior, é diferente. É o amor que um outro alguém construiu, esperando receber em troca um espelho do que sentia.

Por: Lucas Silveira

5 comentários:

  1. Gostei do texto, retratou bem a realidade.

    http://www.profanofeminino.com/

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  2. consegui colocar um no final da minha pagina, queria que ficasse do lado, mais n estar dando :(
    mais irei divulgar o blog, ate conseguir colocar ele do ladinho! bjs

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  3. Noooossssa que blog Divoooo ! Amamos D+ e já estamos seguindo, o lay do seu blog é perfeito *-* Segue lá ?
    - www.donamoda-carolldebora.blogspot.com
    Obg por seguir lá e vamos estar sempre aqui com certezaa ! <3,
    Bjões ! *-*

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  4. Sem palavras. :O
    Bem tudo isso mesmo. :/

    Aaaah Lucas Silveira vai escrever bem assim lá em casa. :D:D

    beijos Gabi ♥

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  5. "A gente costuma achar que o mundo inteiro pensa da mesma forma que a gente. A gente costuma achar que somos amados pelos mesmos motivos pelos quais amamos. Mas se as rosas que eu jogo ao vento te ferem como flechas, de quem é a culpa? Minha que não é."

    Aaaah amei o texto, o Lucas Silveira escreve muito bem.

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